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Histórico

Fundada em 12 de março de 1973, a Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC –  representa as indústrias de torrefação e moagem de café de todo o país.

Foi criada por decisão de representantes dos Sindicatos das Indústrias de Café de diversos estados que viram na formação de uma entidade nacional  uma melhor forma de negociar com o governo o estabelecimento de políticas de real interesse do setor apoiada pela  união de forças

Esta coesão entre os industriais também visava dar inicio a um trabalho que  interrompesse a queda vertiginosa do consumo de café, cujas as vendas caíram drasticamente entre as décadas de 1970 e 1980.

O setor, que em 1965 industrializava 8,15 milhões de saca/ano, chegou a processar apenas 6,5 milhões de sacas em 1985. Nesse mesmo período, o consumo per capita caiu de 4,72 Kg/ano para 2,27 Kg/ano. Uma situação gerada por vários motivos, entre eles: interferência governamental, congelamento de preços e proliferação de empresas que adulteravam seus produtos, desvirtuando totalmente o mercado.

Antecipando a desregulamentação do setor, que viria a ocorrer no inicio dos anos 1990 com a saída paulatina do governo das decisões da iniciativa privada e interessada em elevar a qualidade do café consumido no Brasil, a ABIC lançou, em agosto de 1989, o Programa de Autofiscalização da Indústria de Café, um projeto inédito e ousado, considerado um dos maiores sucessos dos últimos anos no setor de alimentos e bebidas, mais conhecido como Selo de Pureza ABIC. O Código de Proteção e Defesa do Consumidor, primeiro estatuto do país a normatizar e disciplinar as relações e responsabilidades entre fornecedores e consumidor final, entrou em vigor em 1991, somente dois anos depois do lançamento do programa do Selo de Pureza.

Totalmente custeado pelas indústrias, o programa de autorregulamentação reverteu tanto o quadro de queda de consumo (o mercado interno brasileiro é o que mais cresce em todo o mundo) quanto estabeleceu um novo perfil empresarial do setor e da própria ABIC, que passou a atuar de forma a capacitar as indústrias com informações técnicas e gerenciais voltadas para o melhoramento da qualidade e da produtividade.

O sucesso da atitude pioneira da ABIC chamou a atenção da Organização Internacional do Café – OIC, que vem utilizando o caso brasileiro como modelo para outros 60 países consumidores do produto. De acordo com o organismo, em nenhum outro país do mundo se verificou um aumento tão expressivo no consumo do café quanto no Brasil.

A ABIC funciona em sua sede própria no Rio de Janeiro, ocupando o 8º andar da rua Visconde de Inhaúma, nº 50, em uma área de 400 metros quadrados.

A entidade disponibiliza para seus associados um completo banco de dados com estudos macroeconômicos, pesquisas de opinião e de mercado, além de diagnósticos setoriais; orientação jurídica nas áreas fiscal, trabalhista, constitucional e de defesa do consumidor; detalhado cadastro de empresas, marcas e produtos; informações estatísticas de produção e consumo; assessoria financeira e empresarial e informações sobre o desenvolvimento tecnológico.

É com imenso orgulho por ter empunhado a bandeira da Pureza e da Qualidade nessa longa caminhada, visando sempre a melhoria contínua do produto ofertado aos consumidores e lutando obcecadamente pelos interesses do nosso setor, abrindo mercados, incentivando a inovação e a busca por novos segmentos de negócio, que a ABIC  reafirma seu COMPROMISSO COM A QUALIDADE DO CAFÉ.

 

Missão, visão e valores

NEGÓCIO

Representar, desenvolver  e fortalecer a indústria brasileira de café.

VISÃO

Ser reconhecida nacional e internacionalmente como a instituição articuladora e integradora da cadeia de valor do café com iniciativas inovadoras de estímulo ao consumo.

MISSÃO

Promover o desenvolvimento da indústria brasileira de café, através da melhoria contínua da qualidade, educação para o consumo, estímulo à inovação e integração da cadeia produtiva.

PRINCÍPIOS E VALORES 

COMPROMISSO COM A QUALIDADE
Garantir nível e consistência de Qualidade dos produtos  através dos programas de certificação.

INCENTIVO  AO  CONSUMO
Promover a educação para o consumo e difundir os benefícios do produto para a saúde.

COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE
Incentivar a sustentabilidade econômica, ambiental e social das empresas e produtos.

ÉTICA E RESPEITO ÀS LEIS
Estimular e defender atitudes éticas e de respeito concorrencial e a legislação do País.

INCENTIVO  À INOVAÇÃO
Incentivar continuamente o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços com foco na cadeia produtiva.

DIÁLOGO E PARTICIPAÇÃO
Promover o diálogo e o entendimento permanentes da entidade com os associados e com a sociedade.